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Data

05 ago 2022
Expired!

Na Corda Bamba de Sombrinha

A CEMIG, celebrando 70 anos, apresenta o grupo Ponto de Partida com o NA CORDA BAMBA DE SOMBRINHA, baseado na obra de Aldir Blanc.

Depois de mais de 2 anos sem se apresentar na capital mineira, o grupo barbacenense, está de volta com espetáculo inédito dirigido por Regina Bertola

Na corda bamba de sombrinha – foto de Guto Muniz

“Todo esse tempo foi igual a dormir num navio: sem fazer movimento, mas tecendo o fio da água e do vento.”

O teatro não morre. Depois desse longo período de distanciamento, em que o grupo se reinventou em residências artísticas, espetáculos, Bituca de casa e outras diversas atividades virtuais, o Ponto de Partida está de volta aos palcos para a estreia de mais um espetáculo inédito, de dramaturgia própria.

Na Corda Bamba de Sombrinha foi criado a partir da pesquisa de letras de música e crônicas de Aldir Blanc, feita pelo próprio elenco. O texto foi apresentado na internet, no final de 2021, dando sequência a uma investigação de linguagem para o teatro digital, desenvolvida pelo grupo nos últimos dois anos.

Para celebrar a reabertura das casas de espetáculo e o encontro com seu público, a companhia barbacenense decidiu trazer para o palco a peça. Com direção de Regina Bertola, cenários e figurinos de Alexandre Rousset e Tereza Bruzzi, iluminação de Rony Rodrigues, sonoplastia de Pitágoras Silveira e direção musical de Pablo Bertola, os atores Ciro Belluci, Lido Loschi, Renato Neves e Ronaldo Pereira nos comovem com um espetáculo denso e divertido.

Com toda a irreverência, o humor, a poesia e a dramaticidade de um dos maiores letristas da música brasileira, “Na corda bamba de sombrinha” retrata uma época, um comportamento. Sobrevoa os anos de chumbo e conversa com os tempos atuais, servindo de alerta para que possamos forjar um futuro mais justo, mais digno.

Como bem disse Aldir: “A esperança equilibrista sabe que o show de todo artista tem que continuar”.

O espetáculo será apresentado nos dias 5 e 6 de agosto, sexta e sábado, às 21h, no Teatro Feluma, em Belo Horizonte.

FICHA TÉCNICA:

TEXTO

Extraído da obra de Aldir Blanc

CONCEPÇÃO

Ponto de Partida

DIREÇÃO 

Regina Bertola

PESQUISA E DRAMATURGIA

Ciro Belluci

Lido Loschi

Regina Bertola

Renato Neves

Ronaldo Pereira

ELENCO

Ciro Belluci

Lido Loschi

Renato Neves

Ronaldo Pereira

CENÁRIO E FIGURINOS

Alexandre Rousset

Tereza Bruzzi

ASSISTENTE DE FIGURINOS E TINGIMENTO

Beth Carvalho

CONFECÇÃO DE FIGURINOS

Ateliê Vera Viol

CONFECÇÃO DE CENÁRIOS

Joaquim

DESENHO E OPERAÇÃO DE LUZ

Rony Rodrigues

DIREÇÃO MUSICAL

Pablo Bertola

SONOPLASTIA E EDIÇÃO DAS MÚSICAS

Pitágoras Silveira

GRAVAÇÃO DE TRILHA ORIGINAL

Ciro Belluci (violão e flauta), Gladston Vieira (bateria), Pablo Bertola (sax) e Pitágoras Silveira (teclado)

PRODUÇÃO EXECUTIVA

Fátima Jorge e Karine Montenegro

ADMINISTRAÇÃO

Dulce Dias e Fernanda Fróes

CONSULTORIA JURÍDICA

Soraia Moraes

VÍDEO DE DIVULGAÇÃO

Ronaldo Pereira

DESIGN GRÁFICO

Pablo Bertola

ATIVAÇÃO DAS REDES SOCIAIS

Érica Elke

ASSESSORIA DE IMPRENSA

Fátima Jorge e Karine Montenegro

DIREÇÃO DE PRODUÇÃO

Pablo Bertola

PATROCÍNIO

Cemig

REALIZAÇÃO

Ponto de Partida e Lei Estadual de Incentivo à Cultura

PONTO DE PARTIDA

O Ponto de Partida é um grupo fundado em Barbacena, em 1980, por artistas que decidiram que não deixariam a cidade, mas também não aceitariam os limites da província. Nascido como movimento cultural tornou-se um grupo de teatro de repertório, itinerante e independente, com 20 profissionais em exercício permanente. Criou e sistematizou métodos e processos de produção e criação e desenvolveu uma linguagem cênica e dramatúrgica própria que sustenta seus 38 espetáculos.

Nestes anos, o grupo trabalhou com figuras referenciais da cultura brasileira como Milton Nascimento, Fernanda Montenegro, Sérgio Britto, Paulo Gracindo, Jorge Amado, Manoel de Barros, Álvaro Apocalypse, Adélia Prado, Bartolomeu Campos de Queirós, Dori Caymmi e construiu sucessos como Beco: a ópera do lixo, Grande Sertão: Veredas, Ciganos, Travessia, Viva o povo brasileiro.

Fiel às suas origens de movimento cultural, atualmente o Ponto de Partida é responsável direto pela formação ou o trabalho de 363 pessoas que se dividem e se somam em seus diversos programas e projetos, como a Bituca: Universidade de Música Popular, os Meninos de Araçuaí e a Estação Ponto de Partida, um centro cultural efervescente que se instala no conjunto arquitetônico que abrigou a Sericícola, fábrica de seda do século passado, totalmente restaurada e revitalizada pelo Ponto, além de duas Reservas Culturais e Ambientais.  http://www.grupopontodepartida.com.br/

Confira as regras da meia entrada de acordo com o seu Estado:

https://site.bileto.sympla.com.br/meiaentrada/

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